quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

DOIS MIL ACESSOS!!!!

Ufa!!! Que bom atingir essa meta de acessos hein!!! Essa conquista só se torna possível com o apoio de todos vocês, que procuram informações com senso de criticidade aflorado, muito obrigado à todos e todas. Apesar de estar um pouco afastando, estou trabalhando para retornar com as postagens diárias e com o blog em formato de site, que certamente ficará mais interativo, vamos à luta, fé na vida, fé no que virá...

Abração galera!

A verdade aparece aos poucos

*João Capiberibe
Nesse Natal e final de ano estarei mais leve e descontraído. Porque não dizer, feliz, com uma razão a mais para festejar. Já não era sem tempo, sete anos de espera, em silêncio, sendo acusado de ter me apropriado de uma fortuna astronômica, R$ 365 milhões, que teriam sido sacados na boca do caixa, das contas do Governo do Estado, no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal, fato supostamente ocorrido, dias antes de renunciar ao cargo de Governador do Amapá. Quem me conhece e convive comigo sabe que meu estilo de vida de padrões modestos não combina com esse tipo de acusação, mas como eu sou uma pessoa pública, é esta a imagem que estavam tentando macular. Vou relatar para vocês os fatos, para que possam formar sua própria opinião.
Após sete anos, três meses e cinco dias de dedicação e trabalho, deixamos o governo com uma aprovação popular histórica, quase 65% dos amapaenses avaliavam o nosso governo como ótimo e bom. Lastreado por esses números, no dia 05 de abril de 2002 deixei o cargo para concorrer a uma vaga ao Senado Federal.
O elevado grau de satisfação popular com nosso governo refletido nas pesquisas e a perspectiva de vitória na disputa por uma cadeira ao senado exasperaram nossos adversários, principalmente o PMDB e sua maior liderança, o poderoso Senador José Sarney, que tinha razões para nos querer distantes do poder. Durante nossa passagem pelo governo, eu e a equipe que me assessorava, tínhamos consciência das implicações que viriam da decisão que estávamos tomando, porém estávamos convencidos de que para governar o Amapá com equilíbrio e eficiência, priorizando o interesse coletivo, era necessário afastar do poder e do orçamento público o senador José Sarney e seu grupo. Essa era uma decisão que precisava ser tomada, assim procedemos, mesmo tendo que pagar um preço pessoal elevadíssimo, como veremos nos próximos parágrafos.
Em contrapartida à nossa atitude política, a estratégia utilizada sistematicamente pelos meios de comunicação servis ao grupo do senador José Sarney aqui no Amapá parece muito com aquela utilizada pela poderosa máquina de propaganda comandada por Goebbels na Alemanha nazista de Hitler. Para atingir um objetivo tudo é permitido: mentir, caluniar e repetir a exaustão essas mentiras e calúnias. Assim, a máquina de propaganda de Sarney e seu grupo voltou-se contra mim.
Poucos dias depois que eu deixei o governo, o então presidente da Assembléia Legislativa, Deputado Fran Jr, do PMDB, ingressou com uma denúncia no Ministério Público Federal, onde me acusava de ter roubado dos cofres públicos a importância de R$ 58.033.525,72 (cinqüenta e oito milhões, trinta e três mil, quinhentos e vinte e cinco reais e setenta e dois centavo). Antes mesmo de qualquer manifestação judicial, os meios de comunicação servis ao Senador José Sarney, promoveram uma tentativa de linchamento político, através de uma campanha acusatória sistemática, sem que eu tivesse direito a defesa. A mesma mentira era repetida à exaustão, na tentativa de manchar minha imagem de homem público. Muito estrago foi causado. No entanto, as calúnias não foram suficientes para impedir nossa vitória, saí das urnas em 2002 eleito Senador da República e minha companheira Janete foi consagrada Deputada Federal com a maior votação da história do Amapá.
O PMDB se insurge contra a decisão popular, vinte dias após as eleições, entra com recurso junto ao TRE pedindo a cassação do meu registro de candidato como também de Janete. Na petição inicial, assinada pelos derrotados nas urnas Gilvam Borges e Jurandil Juarez, somos acusados de comprar votos com dinheiro, segundo eles, subtraído dos cofres públicos. Reiteraram as acusações de seu correligionário Fran Jr, e apresentaram cópia de mais sete cheques administrativos, no valor estratosférico de 365 milhões de reais, supostamente sacados, por mim, na boca do caixa.
Essa lambança, misturada com outras acusações, resultou em um retumbante fiasco no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, onde fomos declarados inocentes. Inconformado com a decisão, o PMDB recorre ao TSE. Foi lá, distante três mil quilômetros dos acontecimentos que o Juiz Relator ex-ministro Carlos Veloso, conseguiu enxergar que 52 reais dessa suposta montanha de 365 milhões teriam ido parar nas mãos de duas humildes senhoras como pagamento pelos seus votos. No entanto, o inusitado mesmo está no modo de pagamento desses votos, cada uma teria recebido a importância de 26 reais, pagos em duas prestações: a primeira de 6 reais, antes; a segunda de vinte reais, depois das eleições. Com base nessas acusações engendradas pelo PMDB e acatadas pelo relator, tivemos nossos mandatos efetivamente cassados no final de 2005.
No dia 30 de março de 2004, quando o processo de cassação ainda tramitava pelos escaninhos do Tribunal Superior Eleitoral e da Procuradoria Geral da República, o PMDB protocola, no Gabinete do Procurador Geral, Dr. Cláudio Lemos Fonteles, as mesmas denúncias referentes aos cheques administrativos. Passados quase cinco anos, finalmente cai a cortina e a trama se revela infundada. Com um parágrafo lacônico, o juiz federal substituto, José Renato Rodrigues, no dia 28 de outubro de 2008, deu a decisão que fere de morte um dos argumentos que levou à cassação dos nossos mandatos:
" Com razão o MPF, haja vista que, pela análise dos autos, não há prova da materialidade do crime previsto no art. 312 do CP, supostamente praticado pelo Sr. João Alberto Rodrigues Capiberibe, até porque, não restou comprovado que o erário tenha sido desfalcado. Pelo contrário, ficou evidente que a quantia, não obstante as transações bancárias, não saiu da esfera de disponibilidade do Executivo Estadual".
Desmascarada uma parte da farsa montada contra mim e aqueles que acreditam na forma como faço política, ficam algumas interrogações. Você que acompanha a leitura desse relato, como se sentiria se estivesse no meu lugar? Que indagações faria diante de tais acontecimentos?
Entre a denúncia de Fran Jr. protocolada em abril de 2002, até o desfecho do 28 de outubro, com a decisão do juiz, se passaram 7 anos, 6 meses e 9 dias. É um absurdo de tempo para responder a uma questão que qualquer cidadão com acesso aos extratos bancários do governo responderia em poucas horas. Simples! O dinheiro era convertido em cheque administrativo em um dia, três ou quatro dias depois voltava para a mesma conta do governo sem alteração de valores.
Agora vejamos o tempo consumido para cassar dois legítimos mandatos conquistados pelo voto popular. Em 22 de outubro de 2002 o PMDB dá entrada no TRE com recurso pedindo a cassação de nossos mandatos, em 12 de dezembro de 2005,o presidente do Senado Renan Calheiros, do PMDB, dá posse a Gilvam Borges na cadeira de senador que antes foi ocupada por mim. Um mês depois, Janete também perdeu a vaga que o povo outorgou a ela com uma votação tão distintiva.
Cassaram nossos mandatos em 3 anos, 1 mês e 20 dias, ou seja, menos da metade do tempo que levaram para descobrir que um dos pilares da cassação desabou, era falsificado. E os outros não foram também falsificados? O tempo dirá, pois a verdade aparece aos poucos.
João Capiberibe, preso e exilado político durante a ditadura militar, prefeito de Macapá (1989/1992), governador reeleito do Amapá (1995/2002), senador (2003/2005), presidente estadual do PSB-AP e vice-presidente nacional do PSB.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Democracia X Justiça

As eleições 2008 para a prefeitura de Macapá culminou de forma assustadora, não apenas por ter sido a única capital onde o derrotado no 1º turno se sagrou vencedor no 2º, mas, sobretudo, pelos artifícios utilizados no sentido de desequilibrar o pleito democrático. Não sou daqueles que se convece de que no processo eleitoral todas as armas são legitimadas e protegidas pela democracia que norteia as ações nesse período. Fazer uso de meios rasteiros que relegam a sociedade ao rés do chão, lhes tirando inclusive o direito sagrado da livre escolha, na minha opinião, são armas que jamais poderão ser legitimadas, pois ferem de morte a democrácia conquistada no passado, através da luta incassável de milhões de brasileiros e brasileiras que não hesitaram em colocar em risco suas prórprias vidas, em busca da liberdade do povo, essa mesma liberdade que alguns insistem em não reconhecer, que alguns insistem em suprimir através do dinheiro sujo que aliena cidadãos e cidadãs que vivem à margem de uma miséria sem fim e que a cada ano se transforma ainda mais, num ciclo vicioso e extremamente perigoso para o futuro próximo. Não podemos caminhar na contra-mão do progresso humano, a nossa democracia precisa ser a cada dia fortalecida e não vitimada, cada um de nós devemos à ela, esse compromisso, em nome da relação virtuosa entre os povos, mas, sobretudo, em nome daqueles que ousaram sacrificar as suas vidas, em prol da liberdade que gozamos hoje, seja da forma que quiserem entender, mas que gozamos dela gozamos!
No que se refere ao resultado da eleição para prefeitura de Macapá, não preciso dizer que foi fruto dos meios rasteiros utilizados por aqueles que não tiveram capacidade política de convencer o povo acerca de suas propostas, entretanto, eu penso que o que há de mais grave está sob a responsabilidade da justiça eleitoral, não no sentido de fazer a democracia, mas sim, no sentido de dar uma resposta ao povo macapaense a respeito do abuso do poder econômico e da utilização de meios ilícitos visando ludibriar e confundir o eleitor, do contrário, as próximas eleições correm um sério risco de serem conduzidas pelos paradigmas utilizados neste ano e nós sabemos quais são.
Como diria um amigo meu, presidente regional de um partido político aqui no Amapá: "ganha um picolé gigante aquele que caminhar um quarterão aqui em Macapá e não esbarrar em um eleitor ou eleitora que não tenha recebido um agrado ($$$) enviado pelo prefeito eleito em troca de uns votinhos". É realmente lamentável, pra não dizer ridículo. Atitude, é o que falta!
Padoxiçais

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O compromisso era com eles

O deputado Ruy Smith (PSB), tem ocupado as cadeiras das rádios vendidas aqui de Macapá para proferir a sua análise oportunista acerca do resultado da última eleição, o que é muito engraçado. Engraçado por que não existe dificuldade em analisar o jogo quando a partida já terminou. Engraçado também pela razão dessas análises oportunistas nunca terem funcionado à benefício próprio e nem da sua trupe de pouco sábios.
Em 2006, ano em que o deputado foi à reeleição, o senhor Cláudio Pinho, foi o candidato a deputado federal da trupe de poucos sábios e desde lá eles já demonstravam a paixão doentia pelo PT, tanto que o número do elemento era 4013, lembram? Pois bem, essa trupe de poucos sábios amargou um desempenho ridículo nas urnas daquele ano, tendo o senhor Cláudio Pinho cerca de cinco mil votos num pleito em que a deputada Janete Capiberibe obteve a maior votação do Estado com cerca de trinta mil votos. Não podemos esquecer também, do sufoco vivido pelo próprio deputado Ruy Smith nesse mesmo ano, tendo sido puxado pelos votos do deputado Camilo Capiberibe, do Paulo Alfaia, Balieiro, entre outros, mesmo fazendo uso copioso de dinheiro, pois este, ainda persiste na velha prática da compra de dignidades, e nós não vimos às análises oportunistas fluírem. Já agora em 2008, o senhor Ruy Smith e toda a sua trupe de poucos sábios, optaram por construir um projeto paralelo ao do PSB, cujo objetivo era eleger Camilo e Randolfe. Esse projeto paralelo desses senhores envolvia a eleição para vereador do filho do Zé Ramalho, Allan Ramalho, que inclusive utilizou o mesmo número do deputado Ruy Smith 40.111 e principalmente, o fracasso da Frente Pela Mudança (PSB-PSOL-PMN), encabeçada por Camilo capiberibe, isso tudo por pura vaidade, por puro descontentamento entorno de uma tese que nem mesmo penetrou as entranhas da executiva do PSB, pois a trupe de poucos sábios se perdeu no tempo e no espaço político, lembram? Pois bem, mais uma vez essa trupe amargou um desempenho ridículo nas urnas, dessa vez a vítima foi o jovem Allan Ramalho que mesmo sendo conduzido pelos poucos sábios, não conseguiu se eleger e mais uma vez a gente não viu nenhum deles se auto analisar e assumir que toda a trupe é incompetente e pasmem, essa mesma trupe de poucos sábios queria conduzir o PSB ao Poder, imaginem!
Portanto deputado Ruy Smith, o senhor que em nenhum momento apoiou o projeto do PSB, o senhor que desde o início se curvou às regalias proporcionadas por aqueles que oprimem o povo desta terra, prova disso são as bolsas que o senhor faz uso na AL, o senhor que ordenou que a maioria dos seus assessores apoiassem o Roberto Góes, o senhor que está exonerando friamente todos os seus assessores que insistiram em acompanhar o partido e apoiaram o Camilo, o senhor que não exitou em apoiar o Lucas Barreto no 1º turno e no 2º Roberto Góes, não possui moral política para vim dizer quem deveria e quem não deveria ser o candidato do PSB à Prefeitura. A sua análise acerca da participação do PSB nessas eleições não se resume apenas num oportunismo equivocado para sustentar uma tese defasada, vai muito mais além, o senhor deixa nítido que o seu compromisso era com eles, o senhor estava e está a serviço deles e de forma descarada tenta a todo custo legitimar o que não é legitimável. O senhor deputado, quando fecha os olhos para o desequilíbrio causado pela fraude nessas eleições, se torna mais um deles, aliás, a prática deles o senhor já utiliza talvez seja essa a razão da dificuldade eminente do senhor em denunciar ou pelo menos reconhecer. Por fim, o bom analista político é aquele que consegue se auto analisar, faça isso, analise também a sua trupe de poucos sábios, revejam alguns conceitos antes de tentar analisar o mundo, talvez ele seja demais para as suas sábias cabecinhas. Assuma uma postura e perceba que você e a sua trupe hà tempos andam na contra-mão do partido, que se transforma a cada dia numa instituição de massa, a serviço do povo.

Uma campanha pra ficar na história

Foi por pouco! A mudança foi adiada, mas não vencida. Níguem poderá negar, nem no presente, nem no futuro a demonstração exemplar de como é possível fazer uma campanha limpa, digna, pautada na educação política, onde os atores interagem entorno de um amplo debate acerca dos caminhos ideais para o surgimento de novos horizontes, que possam verdadeiramente emancipar o povo desta terra.
Soma-se a tudo isso, o desempenho dos dois candidatos (Camilo e Randolfe), esses jovens nos enxeram de esperança, de alegria, de sonhos e paixão pela política, pela boa política, realmente foram dias inesquesíveis, dias em que o povo se viu frente à frente com a possibilidade de um destino promissor, onde Macapá se transformaria na Macapá de todos nós, mas infelizmente a mudança foi adiada, não por opção, mais sim, pelo derramamento copioso de dinheiro sujo, cujo objetivo era comprar a dignidade do povo, comprar a soberania popular, sem nehum pudor. Essa prática insiste em ludibriar a consciência do povo, mas já se nota uma certa resistência, entretanto, os estragos causados por essas ações ainda ferem de morte a democracia, sobretudo o pleito eleitoral, uma vez que desequilibra o jogo.
No mais, fico com a certeza de que mais vale uma vitória digna e moral, pois não iremos de forma alguma nos curvar aos meios rasteiros que ao invés de educar, aliena. Vamos seguir juntos, rumo ao futuro, Camilo e Randolfe já nos mostraram que é possível, portanto, "ousar lutar, ousar vencer".

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Alô TRE!!!

Tem gente que recebe como Secretário do alto escalão do governo do PDT e ao invés de trabalhar passa a manhã inteira nas rádios atacando o candidato de oposição ao do governador.
Antônio das Justas Feijão é um exemplo claro disso, essa figura tem sido parceiro de Carlos Lobato na rádio cidade, onde juntos, passam a manhã inteira atacando o candidato Camilo Capiberibe da frente pela mudança (psb-psol-pmn), como se isso restasse em benefício à campanha de Roberto Góes. Eles insistem em pensar que o povo não pensa, lêdo engano!
ABSURDO É:
O povo pagar o salário de um indivíduo como o senhor FEIJÃO, pra ele ao invés de trabalhar, ficar fazendo palhaçada nas rádios vendidas de Macapá. Alôôô... T R E, manifesten-se!!!

Desespero + Crime eleitoral = DERROTA

A corrida eleitoral do 2º turno em Macapá tem sido marcada pelo desespero do candidato governista e sua trupi. Na tentativa de reverter o quadro negativo revelado pelo povo no 1º turno, Roberto Góes tem feito uso das armas mais rasteiras que se pode imaginar. Mentiras, ataques, armações, compra de votos, ou melhor, de bandeiras (amarelas, R$ 50,00 cada), segundo o povo que quer mudança, são os igredientes centrais da estratégia que visa eleger Roberto Góes no 2º turno. Será?
Paralelo a isso tudo, surgem os pseudos radialistas e jornalistas, que insistem em transformar os seus programas numa espécie de braço do programa eleitoral do candidato e primo do Governador Roberto Góes, chega a ser patético a performace desses manipulados por poucos sábios.
Todas essas ações poderiam ser suprimidas por propostas reais, plausíveis e objetivas, afinal, é isso que o povo espera daqueles que se colocam à apreciação popular, do contrário, fica claro que o intuito não é melhorar a vida da nossa gente, mais sim, deleita-se na estrutura do poder pura e simplesmente, sobrepondo o povo pelos interesses pessoais, que realamente tem sido letal às sociedades do mundo inteiro. Chegou a hora da mudança!!! E não estou só nesse pensamento.

domingo, 12 de outubro de 2008

Correria total

Ufa! Dei uma trégua na correria para mandar um alô à todos(as) que frequentam o DO MEIO DO MUNDO. Sinto muito pela ausência de informações nos últimos dias, mas em breve tudo voltará ao normal e eu postarei muitas notícias interessantes, sobretudo dos bastidores da corrida eleitoral que ora se apresenta e claro, sempre com uma pitada da minha opinião. Abraços!!!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

A verdade estampada na cara dos desesperados

O Juíz da 10ª zona eleitoral Marconi Pimenta, pois fim à palhaçada, fruto do desespero, chefiada pelos "radialistas" Roberto Gato e Carlos Lobato.
Através de uma ação do Ministério Público Federal, à Justiça Eleitoral do Amapá, decidiu suspender, até o fim das eleições 2008, todos os serviços sociais administrados pelo Governo do Estado do Amapá, como, bolsa família, auxílio funeral, kit habitação, entre outros. O objetivo da justiça é estabelecer e garantir o equilíbrio do pleito eleitoral que ora se apresenta, uma vez que agentes do governo, sobretudo, funcionários da SIMS (Secretaria Estadual de Inclusão e Mobilização Social), estariam fazendo uso ilícito dos programas, desenvolvendo uma verdadeira presão psicológica em milhares de pessoas carentes para que votassem no candidato à prefeitura de Macapá, Roberto Góes - PDT, que além de ser do mesmo partido, é primo do governador Waldez Góes. Essas afirmações foram comprovadas nas últimas semanas, onde inúmeras pessoas ligadas ao Governo do Estado foram presas desenvolvendo ações rasteiras na tentativa de comprar votos com cestas básicas, kit habitação (madeira, telha, prego e aterro), etc. A prova mais contundente, fica por conta da gravação de uma reunião com as mães do Programa Bolsa Família (renda pra viver melhor), onde a Primeira Dama Marília Góes, foi flagrada anunciando o candidato governista Roberto Góes, pedindo o voto de cada mãe que ali estavam, chegando ao ponto de prometer emprego na prefeitura, já a partir de janeiro de 2009 aos filhos de todas elas.
Foram essas práticas, devidamente visualizadas pela justiça eleitoral, que sustentaram o pedido do Ministério Público Federal, que trata da suspenção temporária da prestação dos serviços sociais administrados pelo governo do Estado.
Mesmo sabendo disso, os radialistas Roberto Gato e Carlos Lobato, insistiram em querer atribuir a decisão judicial ao candidato da Frente Pela Mudança, Camilo Capiberibe. Foi lamentável velar o desepero desses senhores no rádio, fizeram uma verdadeira palhaçada, falsearam sentimentos e encenaram uma pseuda preocupação com a população carente, ora! Quem não sabe à serviço de quem eles estão? É o desespero oriundo do resultado da última pesquisa IBOPE.
Ainda ontem, no jornal da TV Amapá, 3ª edição, o juíz Marconi Pimenta assegurou que a ação foi movida pelo MPF e não teve a participação de coligação alguma. É a verdade estampada na cara dos jabazeiros.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

MUDANÇA NA CORRIDA ELEITORAL EM MACAPÁ

O candidato da coligação "Frente pela Mudança PSB-PSOL-PMN", Camilo Capiberibe emplacou uma virada encima do candidato do governo Roberto Góes PDT. Na pesquisa do IBOPE, contratada pela TV Amapá, Camilo Cpiberibe aparece com 31% das intensões de votos, contra 27 de Roberto Góes. Outra mudança, se apresenta na terceira colocação, o candidato Lucas Barreto do PTB, superou Dalva Figueiredo do PT, que caiu pra quinta posição com 7% das intenções.
Com relação ao segundo turno, os dados da pesquisas não foram divulgados, ocorre que a justiça eleitoral, atendendo um pedido do candidato Lucas PTB, pediu que a pesquisa incluísse na simulação, o cenário com todos os demais candidatos, em atenção ao princípio da Isonomia.